Corinthians recebe um não de Zubeldía e tenta contratar a família Díaz por atacado

CORINTHIANS

Escudo do Corinthians

A busca do Corinthians por um novo treinador ganhou a eficiência de um interfone de condomínio: a diretoria aperta botões, explica a emergência e espera que alguém autorize a entrada. Luis Zubeldía recebeu a primeira abordagem e respondeu que só pretende voltar ao trabalho em 2027.

Com o plano alternativo recusado antes mesmo de chegar à prancheta, Ramón Díaz voltou ao centro da conversa. Ele conhece o elenco e participou da reação de 2024, atributos que agora valem como certificado de familiaridade com o incêndio.

Existe, porém, uma suspensão de seis jogos aplicada pelo STJD ao argentino por uma acusação de fala machista quando ele dirigia o Internacional. O departamento jurídico corintiano tenta recorrer, porque até a solução escolhida chega acompanhada de um manual de impedimentos.

Alguém sugeriu contratar apenas Emiliano Díaz enquanto o pai resolvesse a situação. Emiliano recusou a carreira solo: só aceita o cargo ao lado de Ramón. O Corinthians foi procurar um técnico e descobriu que a mercadoria vem em embalagem familiar indivisível.

Entre o não de Zubeldía, a punição de Ramón e a fidelidade filial de Emiliano, o clube tenta montar a comissão antes do clássico com o Palmeiras. A cadeira está vazia, a campainha continua tocando e o próximo visitante já receberá o regulamento na portaria.


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