Samuel Lino chega a 14 gols e Flamengo pede recibo da melhor versão
FLAMENGO · SELEÇÃO BRASILEIRA

Samuel Lino voltou da goleada do Brasil sobre a Índia carregando duas bolas imaginárias debaixo do braço e um número real no bolso: 14 gols em 2026. É a marca que iguala sua temporada mais artilheira, registrada em 2021/22 pelo Gil Vicente.
No Flamengo, o desempenho funciona como encomenda entregue antes do prazo. O atacante combina gols pelo clube com o brilho recente na Seleção e oferece ao técnico uma peça que corre, finaliza e, rara extravagância, parece saber o que fazer depois de receber a bola.
A comparação com Portugal dá ao ano um sabor de reencontro. Lino não está apenas repetindo uma estatística; está trazendo a própria melhor versão de volta ao Brasil, agora cercada por Maracanã, cobrança diária e especialistas capazes de transformar um passe lateral em plebiscito nacional.
Os dois gols diante da Índia não valem pontos no Brasileirão, mas atravessam a alfândega da confiança. O Flamengo, líder com 60 pontos, recebe um jogador em alta justamente quando o calendário recomeça a apertar e o Santos aparece no caminho.
Falta superar os 14 para estabelecer o recorde pessoal. Se acontecer com a camisa rubro-negra, o clube poderá emitir o certificado, colocar moldura e lembrar que, desta vez, o cheirinho veio acompanhado de número conferível.





















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