Paulinho volta ao campo de treino e Palmeiras tira o plástico-bolha do camisa 10

PALMEIRAS

Escudo do Palmeiras

Paulinho reapareceu no gramado da Academia de Futebol, cumpriu exercícios físicos, tocou na bola e produziu o som que todo departamento médico aprecia: nenhum alarme. O atacante iniciou a transição e se aproximou do retorno ao Palmeiras depois de uma lesão no tendão do adutor direito.

A previsão traçada em agosto indicava disponibilidade após a Data Fifa. O cronograma, criatura normalmente tímida no futebol, resolveu aparecer no lugar combinado. Paulinho pode ficar à disposição de Abel Ferreira contra o Bahia, desde que o corpo aprove a última vistoria e ninguém espirre perto do camisa 10.

Ele não joga desde 26 de julho, quando o Palmeiras perdeu por 2 a 1 para o Atlético-MG. Nesse intervalo, o clube tratou a recuperação como restauração de peça valiosa: luz controlada, movimentos graduais e uma equipe pronta para gritar se alguém tentar usar antes de secar.

Enquanto Paulinho avançava no próprio roteiro, o elenco trabalhou movimentação, marcação, posicionamento e bola aérea. Os rivais que dizem que o Palmeiras não tem Mundial poderão acrescentar uma reclamação temporária: agora o clube também começa a não ter desculpa para deixar o atacante na enfermaria.

A etapa ainda não significa escalação garantida. Significa algo mais modesto e, por isso mesmo, útil: Paulinho voltou a treinar no campo, o plástico-bolha foi parcialmente removido e a prancheta ganhou uma opção que não vem acompanhada de maca.


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