Santos monta elenco para duas pranchetas e deixa Cuca administrando a fila
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O Santos juntou tantos nomes conhecidos que a pergunta deixou de ser “quem joga?” e passou a ser “onde guardamos quem não joga?”. Antes do clássico com o São Paulo, comentaristas do UOL questionaram o critério das contratações e o tamanho do trabalho que Cuca terá para equilibrar o elenco.
Neymar, Gabigol, Rojas, Cebolinha, Arthur, Lima e Philippe Coutinho aparecem numa lista capaz de lotar a mesa principal de qualquer apresentação. O problema é que o regulamento insiste em permitir apenas onze titulares, uma regra antiga claramente elaborada antes de alguém imaginar essa coleção de camisas.
Coutinho foi relacionado para o clássico depois de não atuar desde fevereiro, quando deixou o Vasco. Seu retorno amplia as alternativas e também a fila. O banco de reservas já pode exigir senha, painel eletrônico e aviso de que o tempo de espera varia conforme a necessidade de marcação.
Danilo Lavieri apontou que Neymar poderá ter papel importante na gestão do vestiário. Não se trata apenas de distribuir passes: talvez seja preciso distribuir minutos, lugares, expectativas e um pequeno mapa indicando a saída mais próxima para quem não gostar da escalação.
Ter opções pode melhorar o time; ter opções demais pode transformar cada escolha numa reunião de condomínio. Cuca recebeu talento suficiente para duas pranchetas. Agora precisa demonstrar que também existe esquema tático para acomodar ego sem usar a formação 18-0-0.





















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