Vasco pede exceção para levar Boca a São Januário; regulamento aparece com a trena
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O Vasco tenta convencer a Conmebol a liberar São Januário para a semifinal da Sul-Americana contra o Boca Juniors. O obstáculo é objetivo: o regulamento prevê estádio com capacidade superior a 30 mil pessoas nessa fase, número que a casa vascaína não alcança.
Como o pedido para usar o Maracanã foi negado pelo consórcio Fla-Flu, a prioridade passou a ser obter uma exceção. O clube estuda ampliar o setor visitante com uma barreira móvel e oferecer ao Boca quantidade de ingressos semelhante à destinada aos vascaínos na Bombonera, na faixa de quatro mil.
A Federação do Rio dá apoio operacional, e os órgãos de segurança entram na conversa. É a tradicional escalação fora de campo: um dirigente na lateral, um laudo de volante e a fita métrica como centroavante, procurando espaço entre o concreto e o artigo do regulamento.
Se São Januário não for autorizado, o Vasco ainda pode judicializar o uso do Maracanã. O Nilton Santos aparece como alternativa. A semifinal, portanto, já possui três estádios possíveis e nenhum endereço definitivo, um desempenho imobiliário mais variado que o repertório de muita equipe.
A torcida quer o Boca em casa; a Conmebol quer capacidade; o setor visitante quer centímetros. Antes de enfrentar o adversário argentino, o Vasco disputa uma eliminatória contra números, portões e a geometria. Nessa, gol fora não ajuda: é preciso caber.





















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