Vitória confere departamento médico e descobre que o esquema tático precisa de fisioterapia

VITÓRIA
O quadro tático de Jair Ventura começa com onze espaços, mas o quadro de recuperação do Vitória anda disputando protagonismo. O treinador relacionou a oscilação da equipe à perda de peças importantes e o noticiário registra nove jogadores em recuperação. Não é a formação que se queria exibir no Barradão, embora, de tão extensa, quase permita desenhar uma linha de impedimento.
Baralhas, Ramon e Mateus Silva seguem em tratamento; Walace faz transição. Outros nomes, como Dudu, Edu, Nathan Mendes, Fabiano Souza e Camutanga, têm caminhos de recuperação diferentes, e não cabe fingir que todos voltarão no próximo apito. O intervalo antes da partida com a Chapecoense pode ajudar a recompor parte do grupo, sem funcionar como remédio milagroso distribuído na entrada do estádio.
Ventura fala em pilares perdidos. A palavra, em futebol, costuma aparecer numa entrevista; desta vez parece ter sido levada literalmente à prancheta por um arquiteto preocupado. Quem entra precisa jogar, não apenas sustentar a metáfora. Para a torcida, a pergunta é se a próxima escalação será uma escolha de estratégia ou o resultado de quem recebeu alta primeiro.
Quando o campeonato voltar, a bola não pedirá histórico clínico antes de circular. O Vitória ainda terá de encontrar respostas em campo; por ora, a preparação passa também por devolver alternativas ao banco, sem promover a maca a auxiliar técnico.





















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