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Fluminense melhora no ataque e calculadora pede ingresso para ver Marcão

Escudo do Fluminense

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Os números do Fluminense com Marcão apontam uma produção ofensiva maior do que no período anterior. A calculadora, instrumento tradicionalmente incapaz de aplaudir, apresentou uma solicitação inédita: gostaria de assistir ao treino para entender de onde saíram tantos movimentos para a frente.

A mudança tem protagonistas em campo e decisões de comando, não uma tecla escondida na planilha. Hulk ganhou peso na construção de jogadas, enquanto o time passou a chegar ao gol com mais frequência. No departamento de estatística, surgiu um conflito administrativo quando a coluna “ataque” começou a ocupar espaço que antes era reservado a explicações sobre oportunidades desperdiçadas.

A melhora não concede vitórias antecipadas. Adversários ainda defendem, a bola ainda bate na trave e ninguém distribui pontos por média ofensiva. Mas a equipe já oferece ao torcedor algo valioso: a sensação de que a jogada pode terminar perto da rede sem depender de um milagre de edição.

A calculadora recebeu um ingresso simbólico. Prometeu deixar o modo científico ligado e, se houver outro gol, apertar igual duas vezes.


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