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Botafogo prevê brasileiros mais caros e etiquetadora pede férias

Escudo do Botafogo

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A redução gradual do limite de estrangeiros no Brasileiro abriu outra discussão no Botafogo: quanto custará o jogador brasileiro quando vários clubes olharem para o mesmo catálogo? O clube prevê uma valorização inicial do mercado e espera que a situação se ajuste depois. A máquina de etiquetas pediu férias antes dessa segunda etapa.

O debate é sobre planejamento, não sobre uma fila de reforços já contratados. O regulamento pode mudar a maneira de compor elencos, e cada decisão de compra precisará disputar espaço com a base, o orçamento e a pergunta que nenhum dirigente gosta de ouvir em público: quem vai pagar por um erro de avaliação?

Um olheiro sugeriu observar partidas antes que a etiqueta seja colocada no atleta. Outro respondeu que, no futebol, às vezes o preço sobe durante o aquecimento. Enquanto isso, a comissão técnica trabalha com os jogadores disponíveis e tenta tornar mais valioso o que não aparece numa negociação: uma equipe que sabe o que fazer com a bola.

A etiquetadora voltou ao armário. Ninguém prometeu que ficará lá por muito tempo.


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