Vasco respira fora do Z4 e desconfia da procedência do oxigênio

VASCO DA GAMA
O Vasco conseguiu abrir espaço para a zona de rebaixamento e, por alguns instantes, o ar em São Januário pareceu mais leve. A torcida respirou fundo, imediatamente desconfiou do conforto e verificou se a tabela não estava de cabeça para baixo.
Depois de tantas rodadas vividas com calculadora e pressão arterial no mesmo bolso, qualquer margem produz sensações desconhecidas. Há quem chame de tranquilidade. O vascaíno prefere “intervalo técnico do sofrimento”, expressão que evita criar compromisso com o futuro.
O time soma pontos importantes, mas ainda não recebeu autorização popular para usar a palavra estabilidade. Primeiro precisa passar por três jogos, duas lesões e pelo tradicional gol adversário aos quarenta e tantos.
Por enquanto, o clube respira. O cilindro permanece ao lado do banco, revisado e pronto para a próxima rodada.




















